Rua Aporé, 19 - Bairro Amambai - CEP 79005-360 - Campo Grande-MS (67) 3325-6640
01.07.2019 • Governo-MS

Servidores do MS retomam jornada de trabalho de 8h

images_1

Campo Grande (MS) – A partir desta segunda-feira (1º.7), os servidores públicos estaduais voltam a cumprir a jornada normal de trabalho, de 40 horas semanais, para o qual foram aprovados em concurso público. Com a mudança de expediente, órgãos públicos terão o horário de atendimento à população estendido e algumas linhas de ônibus que atendem o Parque dos Poderes sofrerão mudanças. 

Para a maior parte dos órgãos públicos, o funcionamento será das 7h30 às 17h30. Em alguns deles, haverá interrupção no atendimento durante horário de almoço. No caso da Sefaz, as Agenfas continuam funcionando das 7h30 às 17h30, sem interrupção para almoço. 

A retomada do expediente integral afeta 32,5% dos servidores (16 mil pessoas) porque 67,5% (34 mil) já cumpriam a jornada de 8 horas. Eles estavam com a carga horária reduzida, sem que tivesse sido estipulado qualquer tipo de compensação, como Banco de Horas. 

Detran 

As agências do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS) da Capital e do interior passam a atender das 7h30 às 11h30 e das 12h30 às 16h30, com uma hora de intervalo para o almoço. 

A exceção fica por conta das duas agências localizadas nos shoppings Campo Grande e Bosque dos Ipês, que vão atender das 10h às 22h. 

Jucems 

A Junta Comercial de Mato Grosso do Sul (Jucems), que antes atendia apenas no período matutino, agora vai funcionar das 7h30 às 11h30 e das 12h30 às 17h30. 

Ônibus 

Atendendo a um pedido da Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização (SAD), a Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campo Grande (Assetur) ampliou linhas e horários do sistema de transporte coletivo no Parque dos Poderes. 

Além de ampliar o atendimento à população, o Governo do Estado afirma que a retomada da jornada normal de trabalho representa uma economia aos cofres públicos. Os plantões e horas extras, custam aos cofres públicos cerca de R$ 20 milhões por ano. O acréscimo de horas trabalhadas equivalentes a contratação de 4 mil servidores, sem aumento de despesas, deve gerar uma economia potencial de R$ 130 milhões com salários, todos os anos.